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Demolição responsável e sustentável

2011-12-09

Com uso de pulverizadores da Atlas Copco, a Arcoenge viabiliza a reutilização do concreto e do ferro das estruturas metálicas do antigo estádio Fonte Nova, na Bahia

As obras de readequação dos estádios que atenderão à Copa do Mundo de 2014 estão a todo vapor. Estimativas da consultoria LCE apontam que um total de R$ 5,6 bilhões deverão ser investidos somente nas obras civis. Esse total contempla as reformas e a construção a partir do zero de uma série de 12 estádios. A infraestrutura vai formar um parque esportivo destinado a várias gerações de brasileiros e para o qual a Atlas Copco está deixando o seu legado.
Desde agosto desse ano, a demolição do antigo estádio da Fonte Nova, em Salvador (BA), uma das cidades-sede da Copa de 2014, conta com a tecnologia dos pulverizadores BP 2900, DP 2800 e DP 2000, da Atlas Copco. Os equipamentos aliam características multifuncionais, com força combinada do mecanismo rotativo hidráulico, boca em linha reta e lâmina de corte semelhante à de uma pinça de demolição. Tais características, aliadas ao giro de 360 graus, tornam os equipamentos ideais para operações que buscam demolição sustentável.

Atlas Copco Brasil 2011 - Estádio da Fonte Nova
Prova disso, é que os pulverizadores aplicados no estádio da Fonte Nova, além de executarem as atividades de demolição primária e secundária, também separam completamente as barras de ferro fixadas na estrutura original do estádio. “O concreto, então, é destinado à britagem e o ferro diretamente à reciclagem”, explica José Virgilio Mazza Batista, engenheiro de produção da Arcoenge, empresa responsável pela parte de demolição do estádio baiano.
Segundo o especialista, a operação desses equipamentos tornou-se essencial para o planejamento sustentável da obra, uma vez que ele é capaz de empilhar o concreto e o ferro separadamente, otimizando os procedimentos de reciclagem. “O concreto demolido, triturado e empilhado pelos pulverizadores, segue para britadores móveis presentes no canteiro de obras, de onde sairá britado, com granulometria e cubicidade suficientes para ser aplicado como base de aterros ou de camadas asfálticas”, explica Batista.
Já as barras de ferro, igualmente empilhadas, são recolhidas por uma empresa local e destinadas a multinacionais do setor de ferro e aço. “Empresas dessa origem cogitaram realizar o processo de demolição somente em troca de aproveitarem as estruturas de aço. Mas não foi possível, pois não demonstraram experiência e técnica suficientes em demolição”, diz Marcelo Camagro, gerente de negócios da linha de ferramentas para demolição da Atlas Copco, salientando que a experiência da empreiteira é essencial para garantir o bom desempenho dos equipamentos de demolição.

Juntos, os três pulverizadores utilizados pela Arcoenge na demolição do estádio da Fonte Nova movimentam cerca de 150 m³ de concreto diariamente e “sem fazer barulho”, como destaca Batista, da Arcoenge. “O ruído gerado durante a trituração de material fica imperceptível diante ao rugido do motor da escavadeira de 38 toneladas, sobre a qual o pulverizador é equipado”, complementa ele.
A aplicabilidade dos pulverizadores deve se estender até os últimos dias de demolição do estádio, algo que não deve ultrapassar o mês de dezembro. Tão logo finalizem a sua função nessa obra, devem ser encaminhados para outros canteiros de obras da Arcoenge, onde, novamente, poderão demonstrar como é possível realizar demolição de forma responsável e sustentável.